SOCIEDADE ASTRONÔMICA BRASILEIRA

O USO DO PLANETÁRIO DO MUSEU CIÊNCIA E VIDA COMO FERRAMENTA DE COMPLEMENTAÇÃO DO ENSINO DE CIÊNCIAS NA REGIÃO DA BAIXADA FLUMINENSE (TCP98)

Autores: 

Simone Pinheiro Pinto (Museu Ciência e Vida/Fundação CECIERJ),  Iviling Leal Meloni(Museu Ciência e Vida/Fundação CECIERJ), Pedro Henrique Bonini da Silva(Museu Ciência e Vida/Fundação CECIERJ) , Carolina de Assis Costa Moreira (Museu Ciência e Vida/Fundação CECIERJ),Bruno Moreira Soares Medeiros (Museu Ciência e Vida/Fundação CECIERJ).
 

Palavras-Chave: 

Planetário; Ensino de Astronomia; Baixada Fluminense;

Com a adesão do Currículo Mínimo como base curricular das escolas estaduais do Estado do Rio de Janeiro, a Astronomia passou a figurar como uma das portas de entrada para o ensino de ciências, um dos temas de maior dificuldade em aplicação no sistema educacional brasileiro. Somado a esse contexto deficitário, os alunos das escolas localizadas fora dos centros comerciais e turísticos sofrem ainda com uma exposição quase inexistente aos espaços não formais de ensino, que poderiam ajudar a minimizar as lacunas no ensino desse tema. Dessa forma, observa-se nessas regiões que não apenas os alunos em idade escolar, mas também os jovens e adultos apresentam um conhecimento muito escasso sobre os conceitos básicos de Astronomia e de ciências em geral. Diante dessa realidade, o uso de sessões de planetário se torna uma prática de complementação do conteúdo curricular ministrado nas salas de aula, atuando como um “laboratório” onde conceitos como os principais movimentos da Terra, identificação do Céu, dentre outros, são desenvolvidos e podem ser melhor observados, de forma lúdica e divertida, sobretudo para as crianças do Ensino Fundamental. Nesse trabalho, descrevemos como as sessões de planetário do Museu Ciência e Vida, único museu de ciências da região da Baixada Fluminense, vem sendo usadas como ferramenta de extensão do ensino de Astronomia por parte de professores da rede de ensino regular da região, dentro do período de Janeiro de 2013 até Maio de 2014. A comparação dos dados de visitação dos primeiros cinco meses desses dois anos mostra que, mesmo que 2014 tenha um calendário escolar enxuto, houve um aumento do número de visitantes e, inesperadamente, um aumento de 13% do número de visitantes espontâneos, demonstrando uma apropriação deste espaço não formal de ensino por alunos e professores, inclusive fora do contexto de visitação escolar agendada.

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