SOCIEDADE ASTRONÔMICA BRASILEIRA

TRILHA ASTRONÔMICA – UMA NOÇÃO DE ESCALA DO SISTEMA SOLAR (TCP60)

Autores: 

Álvaro Becker da Rosa(Universidade de Passo Fundo/Depto.de Física), Alisson Giacomelli(Alisson Giacomelli, Escola San Patrick), Armando Foscarin Neto(Universidade de Passo Fundo/Curso de Física), Patrick Alves Vizzotto(Universidade de Passo Fundo/Curso de Física), Caroline Maria Ghiggi(Universidade de Passo Fundo/Curso de Física).

Palavras-Chave: 

escalas; sistema solar; grandezas.

A atividade visou demonstrar a relação entre planetas e suas órbitas, sem preocupação com a sua posição em um ano particular, de maneira que os estudantes pudessem perceber e comparar, empiricamente, as dimensões e distâncias. Grupos de até 25 alunos percorreram a pé uma trilha astronômica especialmente desenvolvida para a atividade, em um tempo médio de 1 hora. Durante a trilha, os participantes foram provocados a reflexões sobre as grandezas envolvidas, conforme relataram nos questionários aplicados antes e depois da atividade. Considerando que as escalas são de difícil visualização a partir de certa ordem de grandeza, na construção da maquete relativa aos planetas, em razão de suas distâncias e tamanhos, tornou-se complexa a escolha de um local, por exigir condições seguras para deslocamento, bem como uma razoável extensão territorial. Dessa forma, optou-se pela Universidade de Passo Fundo (UPF), que possui área contínua de 330 hectares, com dezenas de ruas pavimentadas. Diante dessa definição, elaborou-se uma tabela em uma planilha eletrônica, na qual, empiricamente, digitou-se valores para a maior distância (Plutão), obtendo-se as dimensões dos demais planetas. Com auxílio de uma planta eletrônica do campus da UPF, traçou-se círculos concêntricos para representar as órbitas, determinando o ponto onde seria localizado Plutão e estabelecendo a escala de 1.000 metros para a sua órbita. Com estacas de madeira, confeccionou-se uma plataforma onde foram fixados os planetas, todos visíveis a olho nu, e um cartaz informando a distância em km, bem como o tempo para a luz do sol chegar até eles. Também, buscou-se caracterizar o local onde estavam os planetas pelas suas cores. Para a confecção dos planetas, foram utilizadas bolas de diferentes diâmetros e/ou Durepóxi® para moldá-las, colando-as posteriormente na plataforma.

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