| eclipsante, binária ver binária eclipsante
eclipse ocultação de um astro por outro. eclipse lunar quando a Lua deixa de ser iluminada pelo Sol por atravessar a região da sombra terrestre. eclipse solar quando o disco lunar se sobrepõe visualmente ao disco solar. eclíptica trajetória descrita pelo Sol na esfera celeste durante um ano. eclíptica, latitude ângulo medido sobre o meridiano eclíptico (ver eclíptico, meridiano) que vai da eclíptica ao astro. eclíptica, longititude ângulo, medido sobre a eclíptica a partir do ponto vernal, no sentido do movimento anual aparente do sol até o meridiano eclíptico (ver eclíptico, meridiano) que passa pelo astro. eclípticas, coordenadas sistema de coordenadas esféricas como ângulos a longitude eclíptica (azimutal) e a latitude eclíptica. eclíptico, eixo reta perpendicular ao plano que contêm a eclíptica. eclíptico, meridiano círculo máximo que passa pelos pólos eclipticos. eclíptico, pólo norte intercessão do eixo eclíptico com a esfera celeste no hemisfério que contêm o polo norte celeste. eclíptico, pólo sul intercessão do eixo eclíptico com a esfera celeste no hemisfério que contêm o polo sul celeste. efeito estufa retenção do calor refletido pela superfície de um planeta rochoso por sua atmosfera devido à presença de gás carbônico nela. efemérides publicação anual listando as posições observacionais do Sol, da Lua, dos planetas, circunstâncias de eclipses solares e lunares do período, contendo ainda informações sobre algumas estrelas, constantes astronômicas, calendários, etc; O Observatório Nacional edita anualmente suas Efemérides; mais genericamente, o registro, datação ou previsão de eventos astronômicos. Einstein, Albert (1879-1955) físico alemão radicado nos Estados Unidos em virtude do nazismo, elaborador das Teorias da Relatividade Restrita e Geral; descobridor do efeito foto-elétrico, pelo qual foi laureado em 1921 com o prêmio Nobel de física, e da relação massa-energia Einstein, equações de relação básica da Relatividade Geral na qual a geometria do espaço-tempo é determinada pela distribuição de matéria e energia. Einstein-Rosen, pontes de ver buracos de minhoca. eixo linha imaginária de um corpo (celeste) em torno do qual ele realiza seu movimento de rotação. eléctron partícula atômica com carga elétrica
negativa que, num átomo neutro, situam-se ao redor do núcleo
atômico composto por prótons e neutrons; massa 9.10956 x
10-28 g elemento leve elemento químico de baixo número atômico. elemento pesado elemento químico de elevado número atômico. elipse curva geométrica fechada, derivada da interceptação oblíqua de um cone por um plano, sua excentricidade possui valores entre zero e um; o primeiro a constatar observacionalmente que as órbitas planetárias desenhavam curvas similares a elipses foi Johann Kepler, constituindo esta afirmação a primeira das Leis de Kleper. elongação distância angular aparente entre um planeta e o ou de um satélite para seu planeta. energia em mecânca clássica, quantidade que se conserva para um sistema isolado; em mecânica quântica, observável também chamado de hamiltoniano; dimensao da energia: massa X distância2 / tempo2 . energia cinética energia associada ao movimento de um dado corpo; seu valor é dado pela metade do produto da massa pelo quadrado da velocidade do corpo. energia potencial energia associada à posição do corpo considerado. entropia medida da desorgarnização de um sistema; em termodinâmica, medida de homogenização de um gás; em cosmologia, razão entre matéria e radiação. equação da luz o intervalo de tempo entre a luz emitida por um objeto do sistema solar e sua obervação na Terra: um objeto não é visto não aonde el está no momento da observação, mas no momento em que a luz deixou este objeto; a posição de um corpo celeste deve ser corrijida pela equação da luz, que pode ser resolvida quando a distância é conhecida. equação de estado equação que, em termodinâmcia, busca descrever as características de um gás ou um líquido tornando sua pressão uma função qualquer da temperatura (densidade de eneria) e/ou do volume que ocupa. equação do tempo diferença entre o tempo solar aparente e o tempo solar médio, que varia durante o ano devido à excentricidade da órbita terrestre e a inclinação da eclíptica o intervalo de tempo entre a luz emitida por um objeto do sistema solar e sua observação na Terra: um objeto não é visto não aonde ele se encontra no momento da observação, mas no momento em que a luz deixou este objeto; a posição de um corpo celeste deve ser corrijida pela equação da luz, que pode ser resolvida quando a distância é conhecida. equações de Einstein ver Einstein, equações de equador celeste projeção do equador terrestre na esfera celeste; ver coordenadas equatoriais equinócio momento em que o dia possui igual duração que a noite em ambos os hemisférios em latitudes inferiores ao dos círculos polares. Eratóstenes (275-192 a.C.) astrônomo grego; determinou o tamanho real da Terra e compilou um catálogo de estrelas. ergofera região de um buraco negro em rotação entre o limite estacionário e o horizonte de eventos; todo corpo nesta região é arrastado pela rotação do buraco negro. ESA abreviação de European Space Agency esfera celeste esfera aparente na qual os corpos celestes parecem estar projetsados, estando o observador localizado em seu centro; dois conjuntos de astros nela se destacam: as estrelas fixas,(cojunto dos astros exteriores ao sistema solar, cuja configuração parece imutável em seu conjunto) e os membros do sistema solar, cujo movimento é perceptível, tendo as estrelas fixas como pano de fundo; em virtude das componentes do movimento da Terrade rotação sobre o seu eixo e de translação ao redor do Sol, a esfera celeste apresenta movimentos diuturno e anual. espaço-tempo espaço geométrico no qual é representado de forma unificada o espaço e o tempo (geralmente com dimensões de espaço, quando então a dimensão temporal está associada a uma velocidade, em geral a da luz); é utilizado para a representação de campos que se propagam a velocidades finitas, particularmente, o campo eletromagnético e o gravitacinal. espectral, análise investigação do espectro de uma fonte emissora com o objetivo de identificar propriedades físicas e químicas desta fonte. espetral, classe classificação das estrelas de acordo com suas propriedades identificadas a partir de análise espectral espectral, linha linhas escuras (de absorção) ou claras (emissão) de um espectro espectral, síntese construção de um espectro a partir de modelos de um objeto celeste (estrelas individuais, galáxias,) com o intuito de modelar o mais realisticamente as propriedades deste objeto. espectro decomposição da luz emitida por uma dada fonte nos diversos comprimentos de onda que a compõem , cada um identificado a uma cor, na seguinte ordem vermelho, laranja, amarelo, verde, azul, azul escuro, violeta.. espectroscópica, binária ver binária espectroscópica estelar, evolução o desenvolvimento de uma estrela de sua fase proto-estelar até a seus estágios terminais quando da exaustão de seu combustível nuclear; a maior parte deste processo uma estrela passa num estágio designado de Sequência Principal, numa fase de relativo equilíbrio entre forças gravitacionais e radiativas; o termo evolução têm sido criticado pela associação com a teoria darwiniana da evolução da vida e o conceito associado de seleção natural, processo não considerado na história das estrelas ao longo do tempo. estelar, tempo de vida o tempo de vida de uma estrela depende principalmente de sua massa (ver estrelas); quanto maior a massa de uma estrela, nenor sua vida e mais elementos pesados ela é capaz de produzir. estrelas corpos celestes com massa aproximadamente entre um centésimo a cerca de 100 massas solares que emitem luz e radiação próprios; seja pela produção de energia por fusão nuclear em seu núcleo, seja por ainda guardar energia que produziu desta forma; o tempo de vida de uma estrela é basicamente determindo por sua massa, as estrelas de baixa massa, tem vida da ordem das dezenas de bilhões de anos, enquanto as de grande massa duram uns poucos milhões de anos. estrelas anãs em geral, qualquer estrela da sequencia principal. estrelas fixas termo observacional que designa o conjunto dos astros exteriores ao sistema solar, cuja configuração parece imutável em seu conjunto e contra as quais os corpos do sistema solar parecem se deslocar. estrelas gigantes estrelas evoluídas, que já deixaram a Sequencia Principal, que ainda realizam queima nuclear, mas também em cascas ao redor de seu núcleo; tais cascas aquecem a atmosfera da estrela e, em virtude disto, ela se expande, ocupando a estrela um volume total muito superior ao que ocupava quando na Sequencia Principal. estrelas de baixa massa estrelas que apresentam um grande tempo de vida e, portanto, sua permanência na Sequência Principal pode ser da ordem de grandeza da vida da galáxia a qual pertençam; durante sua fase de permanencia na Sequencia Principal, a quantidade de um elemento ou família de elementos em sua fotosfera não varia, portanto a quantidade dos elementos observável hoje é idêntica àquela da época do nascimento da estrela e, assim, a observação de estrelas de baixa massa de diferentes idades fornece dados sobre o meio interestelar em vários instantes de seu passado. estrela de neutrons estrela colapsada composta basicamente de neutrons, com massas teóricas variando entre estrelas T-Tauri estrelas jovens ( pré-Sequencia Principal), com massa próxima da solar, ainda envoltas por disco de gás e poeira. estrutura em larga escala a maior escala em que o universo ainda apresenta inomogeneidades. éter fluido que preencheria completamente o espaço, permitindo que a luz nele se propagasse , servindo também de referencial absoluto; a existência do éter só deixou de ser considerada quando um experimento, denominado de Michelson-Morley em honra daqueles que pela primeira vez o levaram a cabo, constatou que a velocidade da luz no vácuo era a mesma, independente da direção e do sentido relatiem que se moviam fonte emissora e receptora. evento um ponto do espaço-tempo, designando um lugar e um tempo determinados.; ocorrência de um fenômeno físico passível de ser localizável pontualmente num espaço-tempo. evolução estelar ver estelar, evolução. Evolução Química este nome não registra o que de fato esta área estuda, que é a história da variação da quantidade de um dado elemento ou de uma família de elementos desde o início da vida de nossa Galáxia ou de outras galáxias até um determinado instante; para este estudo é preciso considerar que durante a evolução de uma galáxia estrelas nascem e morrem, isto é, tem um tempo de vida; as estrelas de grande massa (ver supernovas) são as respon'sveis pela existência no universo de todas os elementos conhecidos pois, ao final de suas vidas elas ejetam o material enriquecido para o meio interestelar a partir do qual nascerão novas estrelas (todo o metal existente no Sol e nos planetas provem de material ejetado por estelas de grande massa); além disso, deve-se levar em conta a astração, pois elementos criados em estrelas de grande massa podem ser destruídos durante a vida de outras estrelas nascidas das ``cinzas'' de esrelas de grande massa, neste caso, o material poderá voltar empobrecido ao invés de enriquecido ao meio interestelar; a Evolução Química deve considerar, a cada instante, os processos cumulativos de enriquecimento e empobrecimento de todas as gerações estelares que justifiquem uma dada quantidade de um dado elemento ou família de elementos em uma dada galáxia em um dado instante de sua história. excentricidade parâmetro que informa o desvio de uma dada curva geométrica com relação a uma circunferência; ver elipse Exobiologia estudo da possibilidade de occorrência de vida, inteligente ou não, gerada fora do planeta Terra. extinção absorção da luz de um astro na atmosfera terrestre. extra-galática área da Astronomia dedicada ao estudo
dos objetos exteriores à Via-Láctea e seus satélites. |
| F classe espectral que reúne cerca
de 3% das estrelas, abrangendo a faixa de estrelas de 1,06 a 1,75 massas
solares, com permanencia na sequencia principal de 2 a 10 bilhões
de anos e luminosidade 3 a 6 vezes a solar.
fácula região brilhante da fotosfera solar, visível na proximidade do limite exterior do disco. fase variação do brilho e do desenho do disco da Lua, de satélites ou ainda, dos planetas interiores quando visto da Terra, devido à variação de perpectiva do corpo observado visto do corpo aonde está localizado o observador em virtude do movimento relativo dos dois corpos. Faraday, Michael (1791-1867) físico e químico inglês cujas pesquisas muito contribuíram para a sistematização de uma teoria do campo eletromagnético na segunda metade do século XIX; leva seu nome a lei de induçao de um campo elétrico a partir da variação de um campo eletromagnético. Fe símbolo do elemento químico ferro femto (f) 10-15 Ferro elemento químico de número atômico 26 foco ver elipse, parábola, hipérbole. foco ponto de convergência de raios luminosos quando direcionados por lente, espelho ou conjunto destes. força ver newtoniana, física força de coriolis efeito produzido, segundo a física newtoniana, pela rotaçao da Terra, que afeta todo corpo que não se desloque pela superfície da Terra paralelamente ao equador; seu efeito pode ser visualizado pelo sentido horário dos ciclones no Hemisfério Sul (tufões) e anti-horário no hemisfério norte (furacões). força nuclear forte uma das quatro forças da natureza, a que mantêm os prótons e neutrons nos núcleos atômicos. força nuclear fraca uma das quatro forças da natureza, associada ao decaimento radioativo dos átomos. forças da natureza existem quatro forças naturais identificadas: gravitacional, elétrica, nuclear forte e nuclear fraca. foton quantum de luz, pártícula sem massa transmissora do campo eletromagnético. fotosfera superfície aparente visível do Sol; a superfície externa de uma camada convectiva de gases; sua temperatura ocasiona radiação em comprimentos de onda visíveis; fenômenos observáveis na fotosfera solar são as manchas solares e as fáculas. Fraunhofer, Joseph (1787-1826) ótico alemão; mediu e estudou raias espectrais do espectro solar. Friedmann, Alexander (1888-1925) matemático russo que desenvlveu modelos cosmológicos (ver cosmológicos, modelos) homogêneos e isotrópicos que só passaram a ser considerados depois da descoberta observacional da Lei de Hubble Friedmann-Robertson-Walker, modelos de famílias de modelos cosmológicos (ver cosmológicos, modelos) da Relatividade Geral que evoluem no tempo obedecendo ao princípio cosmológico (ver cosmológico, princípio) e portanto são homgêneos e isotrópicos. função de onda em Mecânica quântica,
o estado de um sistema é definido como um dado que permite o cálculo
da probabilidade de qualquer observável; tais dados, são
expressos em forma matemática por meio de uma função
de onda; a função de onda é uma quantidade formal
que permite exprimir tudo que se pode expressar a propósito de
um sistema físico em um dado instante. [Sobe] |
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g símbolo para a aceleração gravitacional na superfície da Terra G símbolo para a constante da Gravitação Universal Newtoniana G classe espectral a qual pertence o Sol, que reúne cerca de 9% das estrelas, abrangendo a faixa de estrelas de 0,8 a 1,06 massas solares, com permanencia na sequencia principal de 10 a 20 bilhões de anos e luminosidade 0,4 a 1,3 vezes a solar. Gaia, hipótese suposição de que a biosfera terrestre comporta-se como um sistema vivo, autoregulando-se. galática, janela abertura nas nuvens de poeira e gás
que envolvem a Via Láctea através das quais galáxias galática, latitude ângulo, sobre i meridiano galático que vai do plano central da Galáxia até o astro. galática, longitude ângulo medido sobre o encontro do plano central da Galáxia com a esfera celeste que vai, no sentido do movimento solar, do centro da Galáxia ao meridiano galático que passa pelo astro. galáticas, coordenadas sistema de coordenadas usado para o estudo da estrutura da Via Láctea, cujos ângulos são a longitude galática (azimutal) e a latitude galática. galático, bojo: região esferoidal central da Galáxia, que apresenta grandes concentrações de gás ionizado e altíssima densidade estelar. A forte absorção devido a poeira impede a observação do núcleo na região optica e a maior parte das informações existentes sobre o núcleo foram obtidas a partir de observações no infravermelho. galático, disco plano central de uma galáxia espiral onde concentra-se a maior parte de matéria que a constitui; as concentrações de estrelas e de matéria interestelar delineam uma estrutura espiralar chamada de "braços espirais"; os discos galácticos são regiões muito ricas em gás, o que favorece a formação de estrelas jovens; as estrelas do disco são ricas em metais (qualquer elemento mais pesado o Helio), uma vez que se formaram a partir do gás quimicamente enriquecido pelas gerações estelares anteriores; a população estelar do disco apresenta órbitas pouco excêntricas, restritas ao disco e grandes velocidades de rotação; é possível distinguir duas populações estelares no disco: uma população com caracteristicas típicas da população do disco, que forma o "disco fino" e uma segunda população, com características de transição entre o disco e o halo, que forma o "disco espesso"; ver populações estelares. galático, halo: distribuição esférica e isotrópica de aglomerados estelares e estrelas evoluídas em torno do núcleo galáctico; acredita-se que as estrelas do halo tenham sido formadas na época da formação da Galáxia, a partir de matéria primordial, sendo, portanto, pobres em metais; as estrelas do halo apresentam altas velocidades espaciais e órbitas bastante excêntricas; ver populações estelares. galáxia grande aglomeração de estrelas, poeira e gás, ligados gravitacionalmente com massas se extendendo numa faixa de 105 a 1013 massas solares, podem ser espirais, elípticas ou irregulares. Galáxia, a quando escrito em maiúscula, referente à galáxia à qual pertence o Sol, a Via Láctea. galáxia anã termo de definição pouco precisa; pequenas galáxias, menores em ordem de grandeza que a Via Láctea mas maiores que Aglomerados Globulares. galáxia anel galáxia com o formato de um anel de fumaça; galáxia ativa galáxia com intensa emissão de energia a partir de suas regiões centrais. Galáxia, centro da ponto situado no hemisfério sul celeste com ascencão reta 17 h 43 m e declinação de - 28o 55'. galáxia elíptica galáxia cujo material constituinte está disposto de forma elíptica; ao contrário das espirais, as galáxias elípticas não possuem nem disco nem braços espirais e muito menos material interestelar; suas formas variam das quase esféricas às próximas do formato de um cigarro. galáxia espiral galáxia que possui um disco achatado que possui braços espirais com abundante material interestelar como gás e poeira. galáxia irregular galáxias sem forma definida, muitas vezes se aproximando do formato das elípticas ou espirais; muito frequentemente são galáxias anãs e satélites de galáxias maiores. galáxia lenticular galáxia com formato achatado similar às espirais mas carente de braços e matéria interestelar. galáxia peculiar galáxias que não podem ser incluídas na classificação de galáxias normais de Hubble, (ver Hubble, classificação de) ; geralmente apresentam distorções em sua morfologia devido à efeitos de maré, interações com outras galáxias ou em processo de fusão/colisão com outras galáxias; galáxia satélite pequena galáxia ligada gravitacionalmente a uma maior. galáxia Seyfert classe de galáxias com núcleos particularmente ativos. Galilei, Galileu (1564-1642) físico e astrônomo italiano, natural de Pádua; foi o primeiro do qual se tem registro a utilizar um telescópio para observações astronômicas, tendo identificado as crtares e "mares" da Lua, formações em Saturno posteriormente resolvidas como seus anéis, as fases de Vênus, as manchas solares e os maiores satélites de Júpiter hoje conhecidos como galileanos (Europa, Ganiomedes, Calisto, Io); formulou uma lei empírica do princípio da inércia e outra da queda dos corpos sofrer aceleração independente da massa, tendo estudado ainda o movimento pendular e hidrostática. Gauss, Karl Friedrich (1777-1855) astrônomo e matemático alemão; desenvolveu, além do cálculo de superfícies, métodos para determinação das órbitas planetárias e aplicou o método dos mínimos quadrados a seus resultados observacionais. gelo água, amônia e metano que geralmente aparecem em estado sólido no meio interestelar. geo prefixo referente ao planeta Terra geocêntrico qualquer sistema que considere a Terra como origem, tendo ou não significado físico. geodésica o caminho mais curto entre dois pontos em qualqer espaço ou superfície. geo-estacionário diz-se do objeto que, em órbita da Terra, acompanha o movimento de rotação terrestre. giga (G) 10.E9 gnomon (do grego gnomon, o que indica) ponteiro do relógio solar; costituído de haste vertical perpendicular ao horizonte e paralela ao eixo da Terra para indicar, pela sombra, a distância zenital do Sol; as horas do relógio solar são obtidas pelos ângulos obtidos pela relação entre a sombra e a altura da haste, antes e depois do meio dia. gradiente indicador da variação espacial de uma dada quantidade grão pequena partícula sólida Gravitação fenômeno de atração recíproca entre os corpos relacionado ao seu conteúdo material. gravitacional, lente distorção de uma imagem, ou a produção de muitas de um mesmo objeto, devido à presença de um forte campo gravitacional. gravitacional, onda em Relatividade Geral, perturbações do espaço-tempo que viajam à velocidade da luz, produzidas pelo movimento de corpos de grande massa. gravitacional, raio ver Schwarzchild, raio de gráviton partícula prevista teoricamente como sendo a transmissora do campo gravitacional gregóriano, calendário ver calendário gregoriano Gregório XIII, papa sob cujo pontificado deu-se a última reforma do calendário ocidental, substituindo, a partir de 1582, o calendário juliano pelo calendário gregoriano. grupo um conjunto de galáxias que atenda aos critérios de Abell para aglomerados (objetos entre a magnitude da terceira galáxia mais brilhante até duas magnitude abaixo) mas com poucos objetos ( 30 ou menos). grupo disperso grupo de galáxias que não pode ser classificado como compacto grupo compacto pequeno grupo de galáxias (5 a 10) que apresenta alta densidade espacial projetada e baixa dispersão de velocidade Grupo Local grupo de cerca de 30 galáxias ao qual pertence
a Via Láctea. |
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h símbolo da constante de Planck; ver Planck, constante de h simbolo da altura H símbolo do elemento químico Hidrogênio H-alfa linhas espectrais de emissão ou absorção na região do vermelho associadas ao Hidrogênio. halo galático ver galático, halo. Halley, Edmond (1656-1742) astrônomo real inglês; utilizando a Gravitação Newtoniana, obteve a òrbita de vários cometas, inclusive chegando a prever a passagem seguinte do cometa (1748) que desde então leva seu nome. He símbolo do elemento químico Hélio. Hélio elemento químico de número atômico 2, o segundo mai s abundante do Universo. hélio prefixo designativo de propriedades solares e/ou associadas ao Sol. heliocêntrico qualquer sistema que conceba o Sol em seu centro. heliopausa ponto no qual o vento solar cessa ou encontra o vento de outras estrelas. heliosfera região interna à heliopausa, contendo o Sol e seu sistema. Herztrunpg, Ejnar (1873-? ) astrônomo dinamarquêsinvestigou com afinco as propriedades realtivas à magnitude e cor estelar; um dos elabores½d½ do diagrama cor-magnitude (ver diagrama H-R ). Herzprung gap região vazia entre o ramo das gigantes e a Sequência Principal no diagrama H-R de estrela de População I. Herztrunpg-Russell, diagrama ver H-R, diagrama H-I e H-II regiões, regiões no espaço contendo Hidrogênio interestelar; regiões H-I são formadas por Hidrogênio não-ionizado ; as regiões H-II são formadas por Hidrogênio ionizado ao redor de estrelas muito quentes. Hidrogênio elemento químico de número atômico 1, o mais abundante do Universo. Hipácia (370-415) Astrônoma da fase final do Império Romano; neoplatônica, trabalhou utilizando-se da Biblioteca de Alexandria, cidade onde residia. Hiparco (190-125 a.C.) astrônomo grego; elaborou um catálogo contendo mais de mil estrelas e constatou a precessão dos equinócios. Hiparcus hipérbole - curva geométrica aberta, derivada da interceptação oblíqua de um cone por um plano, sua excentricidade possui valores superiores a um; uma das soluções possíveis para o problema de dois corpos hiper-superfície objeto geométrico num espaço-tempo com uma dimensão a menos que o número de dimensões do que o espaço-tempo. hipótese idéia ou conjunto articulado de idéias ainda não submetido a averiguação empírica. hipótese cataclísmica hipótese de formação do sistema solar segundo a qual o sistema solar originou-se de da colisão ou passagem próxima de uma estrela do Sol que, pelo efeito de forças de maré teria retirado material solar que deu origem aos planetas; numa outra versão, o Sol teria capturado material ao passar perto de uma remanescente de supernova; tais hipóteses possuem hoje apenas interesse histórico. hipótese de censura cósmica conjectura não comprovada que afirma, em sua forma fraca, que singularidades estão sempre revestidas por um horizonte de eventos e, em sua forma forte, que singularidades não ocorrem na natureza. hipótese nebular hipótese de formação do sistema solar proposta por I. Kant em 1755, segundo a qual o sistema solar originou-se de uma tênue nuvem de poeira que, pela influência da gravitação foi progressivamente se adensando e tomando a forma de um disco; a maior concentração, ao centro do disco, teria dado origem ao Sol e os planetas a partir de condensações menores ao longo do disco. homogêneo propriedade que possui um meio ou um corpo quando seu material constituinte está distribuído de maneira uniforme. hora sideral fração de um vite quatro avos do dia sideral. horizonte (do grego horos, limite) plano perpendicular à vertical do lugar que passa pelos olhos do observador. horizonte (do grego horos, limite) em cosmologia, limite observável do universo; segundo a teoria do Big Bang, como o Universo possui uma idade limitada e a velocidade da luz um valor finito, só podemos obter informações que estejam num raio da ordem de grandeza da idade do Universo multiplicada pela velocidade da luz, o que não significa que o Universo tenha de fato estas dimensões. horizonte de eventos em Relatividade Geral, superfície que funcionaria como membrana unidirecional, permitindo o ingresso de matéria e energia na região do espaço-tempo que envolve, mas não a saída destas, em um buraco negro esférico e estático, o horizonte de eventos é uma região que dista um raio de Schwarchild de seu centro. Hoyle, Fred H-R, diagrama representação gráfica da classificação da s estrelas de acordo com o tipo espectral (cor ou temperatura ) e magnitude absoluta elaborado independentemente por E. Herzprung e H. N. Russel . No diagrama H-R, a abcissa é dada pelo tipo espectral e a ordenada . Num diagrama H-R, as estrelas encontram-se agrupadas em determindas regiões, a Seqüencia Principal, o Braço das Gigantes, o grupo das Supergigantes , e as Anãs Brancas . As informações obtidas a partir do diagrama H-R são fundamentais para a evolução estelar e ara a dertermina;ção de distâncias de aglomerados estelares. Hubble, constante de constante de proporcionalidade entre a velocidade de recessão das galáxias e a distância a qual elas se encontram de nós, relação conhecida como Lei de Hubble, nome dado em homenagem ao seu elaborador; seu valor estimado hoje é de 100 h0 Km por segundo por Mega parsec, aonde h0 apresenta um valor entre 1 e 0.1. Hubble, classificação das galáxias de sequencia de galáxias classificadas de acordo com sua estrutura, que se inicia com as mais esféricas até as elípticas mais alongadas, ramificando-se depois em sequencias espiraris barradas e não barradas. Hubble, Edwin Powell (1889-1953) astrônomo americano; investigador das nebulosas e, durante a década de 20 participou ativamente das investigações que levaram à conclusão de que muitas nebulosas eram galáxias; elaborador da relação entre distância e velocidade de recessão das galáxias mais conhecida como lei de Hubble (ver Hubble, constante de) . Hubble, Lei de ver Hubble, constante de Hubble, telescópio espacial programa cooperativado
formado pela ESA e pela NASA voltado para a operação de
um observatório de longa duração baseado no espaço;
tal observatório dispõe, no momento, de um telescópio
refletor de 2,4 metros, situado numa órbita a 600km da superfície
terrestre na qual foi posto em 25 de abril de 1990 pela nave espacial
Discovery; a responsabilidade pela condução e coordenação
da operação científica de tal instrumento repousa
sobre a Johns Hopkins University , em seu campus de Homewood, Baltimore,
Maryland. |